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segunda-feira, novembro 14, 2005

desânimo

Faço versos como um lamento
de desalento, de desencanto
sai deste blogue, se no momento
não tens motivo certo de pranto

E é poesia de sangue quente
que se derrama, caindo ao chão
vertendo das veias veloz e ardente
deixando-me vazio o coração

E esta poesia vomitada e louca
provindo de fel que sai e escorre
deixa-me intenso amargo na boca
pois faço poemas como quem morre.


Ele

2005-11-13

2 comentários:

  1. eh amigo... isto está forte!

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  2. hehe... são momentos.
    há-os de alegria
    há-os de lamentos.

    ;)

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